201711.14
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Consumidores de serviços de bronzeamento natural são amparados pelo CDC

Com a proximidade de verão algumas pessoas acabam não medindo esforços para ficarem bronzeadas. Produtos caseiros ou não autorizados pela ANVISA, que costumam ser oferecidos em centros de bronzeamento natural, são um risco para a saúde. As clínicas de estéticas podem ser responsabilizadas por eventuais danos.

São cada vez mais comuns os métodos agressivos para chegar ao tom desejado, porém a busca pelo bronzeamento pode acabar em doenças de pele. Em Jabuticabal, interior de São Paulo, uma modelo denunciou uma clínica de estética depois de sofrer queimaduras de segundo grau, causadas por um produto aplicado em uma sessão de bronzeamento natural.

Em entrevista ao Jornal da Justiça, o nosso sócio, Dr. Pedro Henrique Magalhães, esclarece que o consumidor que, de alguma forma, se sentir lesado na prestação deste tipo de serviço estará amparado pelo Código de Defesa do Consumidor e poderá buscar o judiciário.

“A cliente que procura este serviço é a destinatária final, ou seja, ela é amparada pelo Código de Defesa do Consumidor. O Consumidor que se sentir lesado, seja por utilização de produtos não regulamentados ou pela má utilização de produtos regulamentados, e vier a sofrer algum tipo de dano, seja ele um dano moral, material ou estético, ele pode vir a buscar isso no judiciário.”

Com informações do Jornal da Justiça